Em ações distintas, PRF e canil do BOPE registram apreensões de mercadorias sem Nota Fiscal na capital e no Sertão

Foram encontrados diversos sacos e caixas no compartimento de passageiros e no bagageiro

Por Redação PRF/AL

02/05/2022 -

11:04h

Maceió, 02 de maio – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operação conjunta com o canil do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), apreendeu na sexta-feira (29), diversas mercadorias que estavam sendo transportadas sem Nota Fiscal em um ônibus clandestino. Além dessa ocorrência também foram apreendidas mercadorias sem documentos fiscais em Canapi/AL no domingo (01).

Na sexta-feira (29), por volta das 18h, uma equipe da PRF em operação conjunta com o canil do BOPE, abordou um veículo MBenz/MPolo, clandestino. Durante revista no interior do ônibus, foram encontradas diversas mercadorias, e, de acordo com o motorista, a carga é originária de São Paulo/SP com destino a várias regiões de Alagoas.

A carga do ônibus era composta por 120 volumes contendo roupas diversas, toalhas, bolsas, carteiras, cintos, sapatos, acessórios para celular, óculos, peças usadas para autos, panela, cosméticos, mordedores e chocalhos infantis.

O motorista apresentou algumas notas fiscais, no entanto, a quantidade declarada nas notas não condiziam com o volume de mercadorias transportadas. Diante disso, o veículo foi conduzido para a Secretária da Receita Estadual a fim de que fosse realizada a contabilização das mercadorias e a notificação das irregularidades. De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ), foi confeccionado um auto no valor de R$18.720,00, referente ao valor de ICMS devido e multa fiscal-tributária.

A segunda ocorrência foi registrada no domingo (01), por volta de 12h, no km 26 da BR-423 em Canapi. Ao dar ordem de parada a um veículo, a PRF não constatou restrições tanto para o condutor como para o veículo, no entanto, ao solicitar a Nota Fiscal de Carga, o motorista informou que não possuía.

Ele foi orientado a providenciar a nota da carga para ser liberado. Os policiais acionaram a SEFAZ, que informou que os produtos eram isentos de imposto (ICMS), dessa forma, foi encaminhado para o e-mail da instituição apenas o procedimento policial realizado.