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DEIC divulga fotos de foragidos e organograma da quadrilha que explodiu carro forte em Inhapi
Por: Ítalo Timóteo
 Foto: Divulgação 

A Divisão Especial de Investigação e Captura (DEIC), da Polícia Civil de Alagoas, divulgou nesta segunda-feira, 25, mais informações da quadrilha que foi desarticulada e que é acusada de explodir um carro-forte no mês de maio deste ano em um trecho da BR-423, próximo ao Povoado Leobino, no município de Inhapi. Algumas pessoas foram presas, entre elas, dois moradores de Delmiro Gouveia, outros criminosos estão foragidos. As imagens deles foram encaminhadas à imprensa, com intuito de ajudar a polícia a encontrá-los.

De acordo com os delegados Cayo Rodrigues e Fábio Costa, as prisões ocorreram durante a semana passada. “A operação já tinha data marcada, mas na última sexta-feira, 15, Fábio e Leandro, foram encaminhados para a delegacia de Delmiro Gouveia, devido à uma situação de confusão em uma bebedeira, chegando lá, os policiais constataram que haviam mandados de prisão em aberto e por isso eles ficaram presos, foi daí que adiantamos a ação para localizar os demais envolvidos”, disse o delegado Cayo Rodrigues.


Ainda segundo, o delegado, os delmirenses participavam ativamente da ação criminosa. “O Leandro era o responsável por realizar o acompanhamento e o Fábio participava da abordagem e explosão ao veículo de transporte de valores”, frisou.
Além dos dois moradores de Delmiro Gouveia, foram presos: José Salviano Arcoverde Neto, Jéssica Carolina, Galdino Coelho Feitosa Neto e Maria das Dores Vieira. As prisões ocorreram em Paulo Afonso-BA e Petrolina-PE.
Estão foragidos: Varnei dos Santos, Felipe Bernardes Andrade (Gago), Bruno Nobre da Silva, Antônio Cezar da Costa (Galeguinho), Aldean Oliveira Ramos, Fabrício de Menezes Albuquerque (Loura), José Cícero dos Santos Júnior (JUCA), Edson Barbos da Silva (Grande) e Messias Vicente da Silva.
O grupo era liderado pelo baiano Varnei Xavier dos Santos (foragido) e pelo presidiário José Salviano Arcoverde Neto, o qual de dentro do presídio organizava as ações do grupo, que agia não apenas em Alagoas, mas também na Bahia, Pernambuco e Sergipe.
Quaisquer informações podem ser denunciadas através do (181), seu anonimato será garantido.





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