Operação Última Chamada amplia combate à venda ilegal de celulares em Alagoas

Força-tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça fiscaliza 72 pontos de venda e busca combater a receptação e o comércio irregular de aparelhos

Por Redação

17/09/2026 -

14:29h

Alagoas e outros sete estados são alvo da segunda fase da Operação Última Chamada, ação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para combater a venda ilegal de celulares e outros equipamentos de origem irregular.

Ao todo, 72 pontos de venda são fiscalizados nos estados de Alagoas, Rio Grande do Norte, Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Acre. A operação conta com a participação de 67 servidores da Receita Federal.

A força-tarefa tem como objetivo coibir a receptação e o comércio de celulares roubados ou furtados, além da comercialização de aparelhos importados ilegalmente. A fiscalização também verifica a venda de receptores clandestinos de TV Box.

Fiscalização em Alagoas

Em Alagoas, quatro servidores participam da operação e realizam inspeções em cinco pontos de venda.

Nos demais estados, a distribuição das equipes e dos alvos ocorre da seguinte forma:

  • Rio Grande do Norte: 21 alvos e oito servidores;

  • Pará: 20 alvos e 13 servidores;

  • Rio de Janeiro: 12 alvos e 11 servidores;

  • Minas Gerais: sete alvos e 15 servidores;

  • Espírito Santo: três alvos e seis servidores;

  • Goiás: três alvos e oito servidores;

  • Acre: um alvo e dois servidores.

Segunda fase da operação

A nova etapa dá continuidade à primeira fase da Operação Última Chamada, realizada em agosto. Na ocasião, a ação resultou na recuperação de 9.989 celulares, além de 396 prisões em flagrante.

Também foram fiscalizados 601 estabelecimentos e encaminhadas 51.604 notificações a pessoas que estavam de posse de aparelhos identificados como de origem ilícita.

A operação busca ampliar a fiscalização sobre a cadeia de comercialização de celulares e equipamentos eletrônicos, com atenção especial a produtos que possam ter origem em crimes ou que tenham entrado irregularmente no país.