Médico do Hospital Ib Gatto orienta sobre as medidas a serem adotados por alérgicos

Helion Lisboa diz que as alergias são reações exageradas do sistema imunológico a substâncias que são inofensivas à maioria das pessoas

Por Maju Silva / Ascom Hospital Dr. Ib Gatto Falcão

01/07/2026 -

18:39h

Pedro Júnior

Em alusão à Semana Mundial da Alergia, o médico Helion Lisboa, que atua no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, em Rio Largo, orienta sobre a importância da conscientização referentes às doenças alérgicas. Ele destaca a necessidade do diagnóstico precoce, do tratamento adequado e da adoção de medidas preventivas que contribuem para a qualidade de vida dos pacientes.

As alergias, conforme Helion Lisboa, são reações exageradas do sistema imunológico a substâncias que normalmente são inofensivas para a maioria das pessoas, conhecidas como alérgenos. Entre os principais desencadeantes, segundo o médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, estão poeira, ácaros, pólen, mofo, pelos de animais, alimentos, medicamentos, picadas de insetos e alguns produtos químicos.

“As manifestações alérgicas podem variar de sintomas leves, como espirros, coceira, coriza, vermelhidão na pele e urticária. Mas podem ocorrer também quadros mais graves, como crises de asma e anafilaxia, considerada uma emergência médica que exige atendimento imediato”, explica Helion Lisboa.

O médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão diz que reconhecer os sinais é fundamental para evitar complicações. “As alergias podem surgir em qualquer fase da vida e apresentam diferentes níveis de gravidade. Muitas pessoas convivem com sintomas recorrentes sem buscar avaliação médica, o que pode comprometer sua qualidade de vida. O diagnóstico precoce permite identificar o agente causador e definir o tratamento mais adequado para cada paciente”, explica.

Diagnóstico e prevenção

O diagnóstico é feito por meio da avaliação clínica, análise do histórico do paciente e, quando necessário, exames específicos que auxiliam na identificação dos alérgenos responsáveis pelas reações. “O tratamento depende do tipo e da intensidade da alergia e pode incluir medidas de controle ambiental, mudança de hábitos, uso de medicamentos como anti-histamínicos, corticóides e broncodilatadores, além da imunoterapia, indicada em casos específicos e sob avaliação médica especializada”, enfatiza Helion Lisboa.

Além do tratamento, especialistas ressaltam que a prevenção continua sendo uma das principais estratégias para reduzir as crises alérgicas. “Manter os ambientes limpos e ventilados, evitar o acúmulo de poeira e mofo, higienizar roupas de cama regularmente, controlar a exposição aos agentes desencadeantes e seguir corretamente as orientações médicas são medidas que fazem diferença no controle da doença”, recomenda o médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão.

Acompanhamento contínuo

De acordo com Helion Lisboa, o acompanhamento contínuo também é indispensável. “O tratamento das doenças alérgicas não deve acontecer apenas durante as crises. O acompanhamento médico permite controlar os sintomas, prevenir agravamentos e proporcionar mais segurança e qualidade de vida ao paciente. Quanto mais cedo a alergia é identificada, maiores são as chances de um controle eficaz”, destaca Helion Lisboa.